Neste quarto episódio, o Instrutor João Azevedo começa a delinear a margem mais longínqua do lago, que de forma mágica surge do nada, e assim ao mesmo tempo as montanhas descem das nuvens e ganham credibilidade.
É interessante ver como o aparente borrão de tinta inicial é tão importante para dar sustentação e enquadramento às montanhas e como, afastando-as do observador, geram perspectiva.
Este arvoredo longínquo deverá obviamente ser pouco definido a bem de uma perspectiva fidedigna.
Será ainda a base para os reflexos magníficos que iremos ver e que só por si, recriam água profunda e bela de um lago pacifico.
Por fim, com a espátula, desenha-se horizontalmente pequenos riscos a branco, os quais separam e realçam visualmente o lago da margem.
Parece que não, mas estamos quase a chegar ao fim, e será surpreendentemente... fácil!
Boas pinturas!
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