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Pintura fiel



Bob Ross, Golden Glow, episódio 11, temporada 11 


Será assim tão importante pintar fielmente uma paisagem ou local em particular?

Os trabalhos de Bob Ross como os de muitos outros pintores, constituem antes de mais formas de reproduzir as respostas sensoriais poderosas que esses locais evocam, mesmo que “aquela” árvore seja de espécie diferente ou a montanha tenha outro formato.

A expressão da atmosfera nos seus óleos ora revela mistério e paz, ora nos conduz por um bosque encantado que imaginamos ou encontramos nos nossos sonhos.

Esse é o objetivo principal da pintura, evocar sentimentos e despertar emoções!


Boas pinturas!

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Pintacomigo pintar oleo Mountain Reflections Bob Ross Part7



No episódio final, o João termina a pintura com a criação da margem direita, concluindo o enquadramento da composição. Pequenos realces de luz e detalhes como rochas no lago e raminhos secos, permitem o efeito final deste tema notável e clássico de Bob Ross.

via http://youtu.be/_q8hXG4u9UM

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Pintacomigo pintar oleo Mountain Reflections Bob Ross Part6



Neste episódio o João demonstra como se trabalha com a espátula para criar a margem esquerda junto ao lago. De seguida, vemos como a sobreposição de um tom de verde mais claro, usando a fanbrush, realça com toques, aqui e ali, a luz reflectida nas árvores e relva. Boas pinturas!

via http://youtu.be/pmLgUdSXWgc

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Pintura sem segredos - Mountain Reflections demo 5/7

No quinto episódio da série de vídeos de demonstração da paisagem originalmente pintada por Bob Ross, Mountain Reflections, o instrutor revela algumas técnicas para pintar árvores da montanha. Em forma triangular e com folhagem reduzida, este tipo de árvore não podia faltar a uma paisagem que tem por fundo uma montanha de neve. O fato de ser pouco compacta no que diz respeito a folhagem permite nesta composição produzir um efeito de imediato de profundidade. Reparem na dimensão desta árvore em comparação com as anteriores, na sobreposição (mas mantendo alguma transparência na folhagem, o que deixa visível o fundo pelo que a sua continuidade com a parte central é inegável) sobre a camada que antes trabalhámos e a maior visibilidade ou detalhe na forma de pintar e, nas cores mais vivas, com maior saturação, que são usadas nesta camada. Estas são algumas das regras básicas de perspectiva aqui patentes.



A forma de pintar estas árvores é muito simples: usando um fan-brush e com toques rápidos aproveitando a ligeireza deste pincel, do tronco para a camada mais luminosa da folhagem e de cima para baixo. Como um bailado, o pincel dança sobre a tela e hipnotiza-nos.

De seguida o instrutor faz aparecer a margem esquerda sobre o lago, delineando-se assim uma composição clássica e infalível.

Boas pinturas!

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Pintura sem segredos - Mountain Reflections demo 4/7



Neste quarto episódio, o Instrutor João Azevedo começa a delinear a margem mais longínqua do lago, que de forma mágica surge do nada, e assim ao mesmo tempo as montanhas descem das nuvens e ganham credibilidade.

É interessante ver como o aparente borrão de tinta inicial é tão importante para dar sustentação e enquadramento às montanhas e como, afastando-as do observador, geram perspectiva.

Este arvoredo longínquo deverá obviamente ser pouco definido a bem de uma perspectiva fidedigna.

Será ainda a base para os reflexos magníficos que iremos ver e que só por si, recriam água profunda e bela de um lago pacifico.

Por fim, com a espátula, desenha-se horizontalmente pequenos riscos a branco, os quais separam e realçam visualmente o lago da margem.



Parece que não, mas estamos quase a chegar ao fim, e será surpreendentemente... fácil!

Boas pinturas!

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Pintura sem segredos - Mountain Reflections demo 3/7

Para quem não podia esperar mais, aqui vai a terceira parte da série de vídeos de demonstração das técnicas de pintura a óleo de Bob Ross, realizado pelo instrutor certificado da Escola Pintacomigo, João Azevedo.

Nesta fase, uma vez preparado o fundo e satisfeitos com as belas nuvens que executámos antes, estamos prontos para iniciar a pintura dos elementos que irão compor a composição final. 

E assim, sabendo que na metodologia seguida por Bob Ross pintamos em primeiro lugar os elementos mais longínquos, vamos dedicar estes próximos minutos à transformação de uma mancha escura e estranha numa belíssima montanha de neve que no final deste passo ficará suspensa numa misteriosa neblina, como num sonho.



Ainda, escolhemos este tema, Mountain Reflections para vos apresentar - a partir deste passo 3 - a utilização da espátula para produzir efeitos de textura e luz magníficos. É é tão fácil!

Boas Pinturas!


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Pintura sem segredos - Mountain Reflections demo 2/7

Hoje apresentamos a segunda parte da série de vídeos de demonstração das técnicas de pintura a óleo de Bob Ross, realizado pelo instrutor certificado da Escola Pintacomigo, João Azevedo.

Nesta segunda parte o João demonstra a simplicidade com que se pintam nuvens.


O efeito é alcançado através de rápidos movimentos circulares utilizando um pincel fanbrush carregado de tinta branca sobre o fundo concretizado na parte 1. De seguida, resta-nos esbater um pouco e recriar a fofura das nuvens. Boas Pinturas!

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Pintura sem segredos - Mountain Reflections demo 1/7

Apresentamos uma série de vídeos de demonstração das técnicas de pintura a óleo de Bob Ross, realizado pelo instrutor certificado da Escola Pintacomigo, João Azevedo.

Esperamos que apreciem e em especial, que aproveitem ao máximo as técnicas apresentadas.

Desejamos por fim que estes vídeos vos ajudem a ultrapassar o medo e a ideia de que a pintura a óleo é difícil de aprender e por fim, que isso vos incentive a pintar.





Os vídeos foram realizados a partir de uma demonstração ao vivo com um publico alargado, ou seja, o formato não é o de uma aula, durante a qual o instrutor explica de modo mais detalhado o que faz e como faz e, incentiva os alunos a concretizar na sua tela a sua própria versão da aplicação da técnica, com o seu apoio directo junto de cada aluno. Por esse motivo as aulas realizam-se em turmas reduzidas de alunos, facilitando a aprendizagem.

A pintura chama-se Mountain Reflections. O resultado final é repousante, paradisíaco. Uma delicia!

Boas pinturas!

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Falando pinturês

Pintar é uma forma de linguagem. 

Bob Ross, Brow Mountain


Como tal, tem tudo a ver com a nossa maneira de pensar e sentir o mundo. É por isso que uma pintura deve centrar-se numa ideia.

Muito mais que pintar uma paisagem bonita, devemos procurar pintar a forma como a vemos, a nossa forma de vermos a paisagem

Se eu acho que uma paisagem é bela, é isso mesmo que quero mostrar na pintura, ou seja, eu quero mostrar a beleza natural

Esse é que é o tema da pintura! 


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A ilusão da pintura

Bob Ross, Magestic Mountains, temporada 4, episódio 3
Pintar é para a maioria dos nossos alunos um hobbie, um prazer, uma forma fantástica de relaxar ou até de meditar. 

Alguns alunos pintam há anos e apreciam cada novo quadro como um projeto que não precisa receber elogios ou de ser vendido, pois é sobretudo o “processo” que os atrai e lhes dá prazer. 

Outros sentem que gostariam de prosseguir essa atividade como algo mais que um passatempo e iniciam invariavelmente uma fase de expansão, de descoberta e até de interesse na experimentação de outras técnicas de pintura que pareçam “ajustar-se” àquilo que gostaríamos de fazer, na procura de um estilo próprio ou original. 

Apresentamos neste artigo um conjunto de conselhos para melhorar significativamente a forma como pinta.

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Um Cartão de Natal


Bob Ross, Temporada 31, episódio 2, Before the Snowfall
Todos os anos por esta altura começamos a receber cartões de Boas Festas, calendários, anúncios ou simples imagens alusivas ao Natal. Muitas dessas imagens são pinturas de temas invernosos, normalmente paisagens cobertas de neve e abetos triangulares (as belas “Happy Little Trees” do Bob Ross).

O que mais se destaca nessas pinturas e que mais contribui para as tornar interessantes, é o esquema de cor utilizado no sentido de evitar recorrer à cor branca como é exemplo este belissimo tema de Bob Ross "Before the Snowfall".




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Como obter harmonia de cores numa pintura de paisagem



Bob Ross, Mountain Hideaway, Temporada 9, episódio 13
Em artigo anterior (Mistura de cores, regressar ao básico) comentámos a importância da utilização da cor na pintura. Falámos mesmo de como se pode incentivar determinadas emoções e sensações através da utilização de determinadas cores (Pintar com a alma - psicologia das cores), aspeto este que pode transformar um tema desinteressante numa pintura fantástica.



O exemplo mais vivo da importância da cor são as pinturas puramente abstratas em que o impacto da mesma é obtido sobretudo pelo esquema de cores utilizado.



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Palete para a pintura a óleo - paisagens

Neste artigo apresentamos uma paleta de cores muito razoável para a pintura de paisagens naturais, introduzida por Bob Ross.

A palete aqui apresentada inclui a maioria das cores utilizadas por Bob Ross para a pintura de paisagens naturais, incluindo paisagens marítimas, temas outonais, invernos, primavera ou de verão, lagos e rios, arvoredo rochas e montanhas, bem como o Pôr-do-sol ou até mesmo a pintura noturna. Uma variedade muito alargada de possibilidades!
Se é verdade que não é necessário adquirir a totalidade das cores que pretendemos produzir num quadro finalizado já que algumas podem ser obtidas da mistura de outras, por outro lado, a utilização de outros pigmentos além das cores primárias facilita o trabalho da pintura.

Assim em geral, é aconselhável seguir um esquema de cores mais alargado e que permita, através de um mistura heterogénea (por exemplo usando a espátula), recriar miriades de cores e tonalidades diferentes na tela.


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Pintar Portugal com Bob Ross – O Alentejo


A pedido de muitos alunos,  estão a chegar à escola Pintacomigo as "nossas paisagens".

As paisagens que fazem parte do extenso portfolio de Bob Ross, são maravilhosas, pacificas, muito gratificantes para pintar e possibilitam o ensino de uma variedade fantástica de técnicas que preparam os nossos alunos para novos desafios de pintura.

Por outro lado, chega o momento em que o pintor deseja pintar a “sua” realidade, as “suas” paisagens favoritas, ao dispor de qualquer um por esse belo Portugal.

Por tudo isto, a escola inicia a disponibilização de temas nacionais, provando assim que é possivel utilizar as técnicas de Bob Ross para pintar qualquer tipo de tema, e principalmente que é possivel a um aluno sem qualquer experiência pintar a óleo uma paisagem portuguesa, mais apreciada entre nós!


Seguem assim algumas das nossas propostas, desta feita dedicadas ao nosso querido Alentejo.



Esta primeira pintura revela uma casa tradicional sob um Céu maravilhosamente azul e um Verão que não perdoa.





Neste caso, o sobreiro e a casa alentejana é tudo o que vemos num qualquer  “monte alentejano”. 

As nuvens revelam um final do dia e em conjunto com os campos verdejantes indicam-nos que estamos na Primavera, uma boa oportunidade para observarmos um Alentejo verde e não o mais tradicional Alentejo de Verão, seco e quase inóspito.

Mas se prefere os tradicionais prados de Verão, os amarelos são a sua opção.

Venha pintar comigo!


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Passo-a-passo: obter efeitos tridimensionais


Seja qual for o tema que pintamos, é importante conferir tridimensionalidade ao nosso trabalho, obtendo-se um efeito final mais credível e um foco de interesse fundamental do ponto de vista do observador.

A forma mais simples de o fazer e que facilmente poderá reproduzir nas suas pinturas é através da aplicação de sombras e luz na figura ou objeto a pintar.

Para obter este efeito, começamos por decidir a direção da luz.

Quando iniciamos uma pintura pensamos na direção da luz. 

Cada artista tende a escolher de forma intuitiva o lado direito ou esquerdo dependendo da sua lateralidade dominante, mas o topo também pode ser a solução. Se a nossa pintura inclui o Sol ou a Lua ou outra fonte de luz, o lado luminoso resulta naturalmente dessa localização.

Seja qual for a orientação, uma vez decidida, sabemos que todo o objeto que acrescentarmos à nossa pintura deverá respeitar essa direccionalidade. 

Posto isto, mãos à obra, passo-a-passo, dois exemplos muito úteis: árvores e montanhas!

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