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Falando pinturês

Pintar é uma forma de linguagem. 

Bob Ross, Brow Mountain


Como tal, tem tudo a ver com a nossa maneira de pensar e sentir o mundo. É por isso que uma pintura deve centrar-se numa ideia.

Muito mais que pintar uma paisagem bonita, devemos procurar pintar a forma como a vemos, a nossa forma de vermos a paisagem

Se eu acho que uma paisagem é bela, é isso mesmo que quero mostrar na pintura, ou seja, eu quero mostrar a beleza natural

Esse é que é o tema da pintura! 


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Pintar com textura


Elemento da arte - textura


Pintura com espátula de Bob Ross, Temporada 6,
Episódio 11, Western Expanse
Este elemento tem a ver com a sensação de toque (ou a ideia que obtemos dessa sensação, mesmo sem tocar) que o objeto nos transmite. 

Quer se trate de uma ilusão (2D) pela utilização de padrões (textura visual) ou simulação da mesma, quer se recorra uma textura real (3D) pela utilização de pastas, tintas com brilho variável, acetinadas ou brilhantes a utilização da textura torna as pinturas interessantes pela manipulação do valor.



Continue a ler, veja as nossas sugestões!

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Pintar o Espaço



Elementos da arte: o espaço


Bob Ross, Temporada 30, episódio 7, Through the Window
Um dos aspetos muito comentado pelos nossos alunos no seu primeiro workshop é a dimensão da tela que usamos nas aulas. Todo aquele espaço em  branco revela-se aterrador!

Mas é uma ilusão face à simplicidade e rapidez de aplicação das técnicas que pintura que irão aprender. Em minutos, a tela ganha cor e as formas surgem como por magia, deixando de ser um simples vazio.


Espreitemos então pela "janela". Continue a ler!

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Arte com Valor


Elementos da arte: Valor 


Bob Ross, Shades Of Gray, Temporada 2 Episódio 4
Bob Ross, Shades Of Gray, Temporada 2 Episódio 4
O valor é um elemento da arte que resulta da manipulação (luz/sombra) de uma cor. 

No mundo real, conseguimos ver objetos porque quando a luz incide sobre os mesmos, é refletida para os nossos olhos. Obviamente que sem luz não vemos nada. Obviamente também que pintar e desenhar apela à visão e assim fica quase tudo dito acerca da importância deste elemento!




O objetivo é criar na pintura ou desenho uma ilusão, a qual é descodificada ou percecionada pelo nosso cérebro como representando determinado objeto. Para tal, precisamos começar por entender claramente como é que a luz se comporta e reage quando incide sobre as superfícies que pretendemos retratar.


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Arte em forma

Elementos da arte: a forma


Bob Ross, Quiet Inlet
Bob Ross, Quiet Inlet, Temporada 3, episódio 7


Neste artigo abordamos a “forma”, procurando ainda realçar a importância do artista compreender o modo como as deve representar. 

Para pintar não basta representar de forma “literal” aquilo que vemos. 




Tal como um poeta não descreve uma pessoa como um biólogo o faria, na pintura, tudo o que vemos no mundo real é também transformado para uma linguagem própria: mesmo na pintura realista, de um modo mais ou menos abstrato, traduzimos para o plano bidimensional aquilo que observamos em três dimensões.



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Pintura em Linha

Elementos da Arte – a linha



elementos da arte - a linha

A linha é um elemento da arte, de especial interesse na pintura e do desenho.

 
Reconhecemos facilmente variadíssimos tipos de linhas: curvas, diagonais, horizontais, verticais, livres, grossas ou finas…


Poderíamos pensar que a linha possui menor importância na pintura ou mesmo que não possui qualquer relevância, em particular nos temas propostos por Bob Ross, face ao facto de ser divulgado como um método de “pintura sem necessidade de desenho”.

Longe disso! 

Continue a ler e descubra como usar a linha para criar efeitos e sensações inesperados nas suas pinturas.

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Profundidade sem pontos de fuga

Bob Ross, Mountain Chalenge, Temporada 4, Episódio 3

Em artigo anterior abordámos a perspetiva linear e como desenhar formas com base em pontos de fuga.
No entanto agora propomos que esqueça tudo isso, e pinte simplesmente sem definir qualquer ponto de fuga!
Perspetiva com zero pontos de fuga? É algo de novo? Trata-se de algum tipo de perspetiva particular, ou… da falta da mesma?





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A ilusão da pintura

Bob Ross, Magestic Mountains, temporada 4, episódio 3
Pintar é para a maioria dos nossos alunos um hobbie, um prazer, uma forma fantástica de relaxar ou até de meditar. 

Alguns alunos pintam há anos e apreciam cada novo quadro como um projeto que não precisa receber elogios ou de ser vendido, pois é sobretudo o “processo” que os atrai e lhes dá prazer. 

Outros sentem que gostariam de prosseguir essa atividade como algo mais que um passatempo e iniciam invariavelmente uma fase de expansão, de descoberta e até de interesse na experimentação de outras técnicas de pintura que pareçam “ajustar-se” àquilo que gostaríamos de fazer, na procura de um estilo próprio ou original. 

Apresentamos neste artigo um conjunto de conselhos para melhorar significativamente a forma como pinta.

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Um Cartão de Natal


Bob Ross, Temporada 31, episódio 2, Before the Snowfall
Todos os anos por esta altura começamos a receber cartões de Boas Festas, calendários, anúncios ou simples imagens alusivas ao Natal. Muitas dessas imagens são pinturas de temas invernosos, normalmente paisagens cobertas de neve e abetos triangulares (as belas “Happy Little Trees” do Bob Ross).

O que mais se destaca nessas pinturas e que mais contribui para as tornar interessantes, é o esquema de cor utilizado no sentido de evitar recorrer à cor branca como é exemplo este belissimo tema de Bob Ross "Before the Snowfall".




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Como obter harmonia de cores numa pintura de paisagem



Bob Ross, Mountain Hideaway, Temporada 9, episódio 13
Em artigo anterior (Mistura de cores, regressar ao básico) comentámos a importância da utilização da cor na pintura. Falámos mesmo de como se pode incentivar determinadas emoções e sensações através da utilização de determinadas cores (Pintar com a alma - psicologia das cores), aspeto este que pode transformar um tema desinteressante numa pintura fantástica.



O exemplo mais vivo da importância da cor são as pinturas puramente abstratas em que o impacto da mesma é obtido sobretudo pelo esquema de cores utilizado.



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Regras de composição

Bob Ross, Snow Birch, Temporada 26, episódio 7


As pinturas interessantes resultam em geral de boas composições e estas raramente ocorrem por acidente e, a não ser que o artista possua uma noção harmónica espontânea (a qual segue alguns princípios básicos ainda que o artista não seja consciente delas), requerem algum planeamento e familiaridade com os elementos visuais. 






Para aqueles entre nós que ainda não desenvolveram essa noção de um modo espontâneo, a compreensão das regras de composição (que são muito simples) pode ser uma forma fantástica de melhorar os nossos trabalhos! 



Continue a ler!


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Uma nova perspetiva na pintura



Bob Ross, Grandpa's Barn, Temporada 15, episódio 3

Os edifícios, pequenos ou grandes, constituem um foco de interesse muito apreciado na pintura de paisagem, seja como tema principal ou como complemento à pintura.






João Azevedo, Casa Alentejana

Embora as regras da perspetiva devam ser respeitadas mesmo quando pintamos uma floresta, os erros de perspetiva são mais notórios quando introduzimos elementos cujas formas são mais regulares, como os edifícios.







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Abstração versus naturalismo

Mountain Lake Falls, Bob Ross
Mountain Lake Falls, Bob Ross, Temporada 29, episódio 06

Uma pintura interessante incorpora a ilusão, contudo, podemos fazê-lo com maior ou menor grau de abstração, desde o abstracionismo puro no qual as imagens não possuem qualquer semelhança direta com objetos conhecidos, até ao naturalismo puro, no qual a pintura parece tão real como uma fotografia do objeto representado.

São pólos extremos, ambos válidos e interessantes.


O naturalismo de Bob Ross

O método de Bob Ross situa-se mais próximo do polo do naturalismo, contudo, a representação exata não é o seu objetivo. Por outro lado, quanto mais tempo dedicarmos a uma pintura produzida com as essas técnicas, aos seus detalhes e ao aperfeiçoar das formas, mais realista esta se tornará.

Continue a ler!

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Natureza morta: com ou sem fundo, eis a questão


Sabemos que numa pintura de natureza morta, devemos preocupar-nos com os objetos, pois estes são frequentemente o tema que queremos realçar na pintura.

Mas muitos artistas revelam também que neste tipo de pintura o fundo desempenha um papel muito importante na composição geral e no sentimento e vida que queremos que a nossa pintura venha a transmitir.

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Como preparar a tela para a pintura

É sempre muito importante dominar os métodos de preparação da tela como forma de melhorar significativamente a sua qualidade e a do seu trabalho final de pintura.

Isto é importante em particular quando adquirimos telas novas e descobrimos serem de qualidade inferior. Ao aplicar este processo simples, transforma essa mesma tela numa base muito adequada para a pintura.

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Como construir e esticar telas para pintura


Já quase ninguém pensa hoje em dia em fabricar telas. Comprar uma tela pronta para a utilização é sempre mais prático, embora nem sempre fiquemos certos que a tela que estamos a adquirir é de boa qualidade.

Quando a pintura se torna uma atividade séria e constante nas nossas vidas, pode então revelar-se mais interessante (por exemplo, permite maior liberdade na escolha das dimensões da tela) e mais económico, construir as nossas próprias telas. Veja por si mesmo como se faz e decida se vale a pena e está disposto a avançar com esta atividade:

Continue a ler!

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Pintar com a alma 4 - A psicologia da cor

Sabemos pela investigação, que as cores muito brilhantes e intensas activam a zona “mais primitiva” do cérebro, ou seja, o sistema límbico.

Esta resposta é emocional, possivelmente deriva das nossas respostas biológicas e instintivas a situações de perigo, segurança, etc. É portanto, uma forma de comunicação essencialmente intuitiva. “Vermelho” de raiva não é apenas uma palavra escolhida ao acaso. De facto, a emoções fortes alteram a cor da nossa pele, mas adicionalmente, o vermelho desperta efectivamente uma resposta emocional intensa e agressiva.

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Iniciação à pintura: que tipo de tinta escolher?

Muitos dos alunos e leitores questionam sobre os vários tipos de tintas que existem e perguntam quais devem utilizar para começar a pintar.


Neste artigo recolhemos e expomos um conjunto de vantagens de desvantagens associadas a cada tipo de material ou meio de pintura. É claro que a vocação da escola Pintacomigo é sobretudo a pintura a óleo, contudo reconhecemos que quaisquer dos materiais possuem grandes virtudes! As tintas acrílicas também são usadas nas aulas, em particular para a pintura de animais.

O principiante poderá escolher qualquer das técnicas com base em orientações como as que aqui disponibilizamos, mas é através da prática que melhor poderá decidir a qual se adapta melhor ou qual lhe oferece maior “prazer”. Muitos pintores profissionais usam diversos tipos, visando obter trabalhos com atributos obviamente diferentes.





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Mistura de cores - Regressar ao básico


Possivelmente já ouviu falar da roda das cores. Conhecer estes conceitos ajuda-nos a entender os efeitos que podemos obter quando adicionamos as diversas cores numa tela.


Neste artigo abordamos não só os princípios de base mas ainda informações muito práticas  simples que tornarão a mistura de pigmentos um prazer. 

De fato a maioria dos pintores utilizam um conjunto muito reduzido de cores (entre cerca de 3 a 9 cores), sendo que a mistura faz parte não só da prática mas pode tornar-se um divertimento por si só. Saiba aqui como o fazer. 

Num artigo a colocar em breve iremos exemplificar isso apresentando algumas paletes especificas para a pintura de paisagens ou de flores, entre outros. 


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Pintar com a alma 3 – entra a música


Esta é claramente a parte menos racional e mais intuitiva da pintura. Obtém-se pela ordenação ou desorganização das componentes que integramos no nosso quadro. Obtemos efeitos diferentes se ordenarmos ou enquadrarmos os objetos ou, pelo contrário, pelo caos da sua desordenação.
Essa (des)organização provocará no observador determinado impacto, com determinado ritmo obtido pela composição das formas e cores mais simples ou mais complexas, pela harmonia como dispomos os objetos ou itens ou formas que pintamos.

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