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Iniciação à pintura: que tipo de tinta escolher?

Muitos dos alunos e leitores questionam sobre os vários tipos de tintas que existem e perguntam quais devem utilizar para começar a pintar.


Neste artigo recolhemos e expomos um conjunto de vantagens de desvantagens associadas a cada tipo de material ou meio de pintura. É claro que a vocação da escola Pintacomigo é sobretudo a pintura a óleo, contudo reconhecemos que quaisquer dos materiais possuem grandes virtudes! As tintas acrílicas também são usadas nas aulas, em particular para a pintura de animais.

O principiante poderá escolher qualquer das técnicas com base em orientações como as que aqui disponibilizamos, mas é através da prática que melhor poderá decidir a qual se adapta melhor ou qual lhe oferece maior “prazer”. Muitos pintores profissionais usam diversos tipos, visando obter trabalhos com atributos obviamente diferentes.





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Mistura de cores - Regressar ao básico


Possivelmente já ouviu falar da roda das cores. Conhecer estes conceitos ajuda-nos a entender os efeitos que podemos obter quando adicionamos as diversas cores numa tela.


Neste artigo abordamos não só os princípios de base mas ainda informações muito práticas  simples que tornarão a mistura de pigmentos um prazer. 

De fato a maioria dos pintores utilizam um conjunto muito reduzido de cores (entre cerca de 3 a 9 cores), sendo que a mistura faz parte não só da prática mas pode tornar-se um divertimento por si só. Saiba aqui como o fazer. 

Num artigo a colocar em breve iremos exemplificar isso apresentando algumas paletes especificas para a pintura de paisagens ou de flores, entre outros. 


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Pintar com a alma 3 – entra a música


Esta é claramente a parte menos racional e mais intuitiva da pintura. Obtém-se pela ordenação ou desorganização das componentes que integramos no nosso quadro. Obtemos efeitos diferentes se ordenarmos ou enquadrarmos os objetos ou, pelo contrário, pelo caos da sua desordenação.
Essa (des)organização provocará no observador determinado impacto, com determinado ritmo obtido pela composição das formas e cores mais simples ou mais complexas, pela harmonia como dispomos os objetos ou itens ou formas que pintamos.

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Pintar Portugal com Bob Ross – O Alentejo


A pedido de muitos alunos,  estão a chegar à escola Pintacomigo as "nossas paisagens".

As paisagens que fazem parte do extenso portfolio de Bob Ross, são maravilhosas, pacificas, muito gratificantes para pintar e possibilitam o ensino de uma variedade fantástica de técnicas que preparam os nossos alunos para novos desafios de pintura.

Por outro lado, chega o momento em que o pintor deseja pintar a “sua” realidade, as “suas” paisagens favoritas, ao dispor de qualquer um por esse belo Portugal.

Por tudo isto, a escola inicia a disponibilização de temas nacionais, provando assim que é possivel utilizar as técnicas de Bob Ross para pintar qualquer tipo de tema, e principalmente que é possivel a um aluno sem qualquer experiência pintar a óleo uma paisagem portuguesa, mais apreciada entre nós!


Seguem assim algumas das nossas propostas, desta feita dedicadas ao nosso querido Alentejo.



Esta primeira pintura revela uma casa tradicional sob um Céu maravilhosamente azul e um Verão que não perdoa.





Neste caso, o sobreiro e a casa alentejana é tudo o que vemos num qualquer  “monte alentejano”. 

As nuvens revelam um final do dia e em conjunto com os campos verdejantes indicam-nos que estamos na Primavera, uma boa oportunidade para observarmos um Alentejo verde e não o mais tradicional Alentejo de Verão, seco e quase inóspito.

Mas se prefere os tradicionais prados de Verão, os amarelos são a sua opção.

Venha pintar comigo!


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Passo-a-passo: obter efeitos tridimensionais


Seja qual for o tema que pintamos, é importante conferir tridimensionalidade ao nosso trabalho, obtendo-se um efeito final mais credível e um foco de interesse fundamental do ponto de vista do observador.

A forma mais simples de o fazer e que facilmente poderá reproduzir nas suas pinturas é através da aplicação de sombras e luz na figura ou objeto a pintar.

Para obter este efeito, começamos por decidir a direção da luz.

Quando iniciamos uma pintura pensamos na direção da luz. 

Cada artista tende a escolher de forma intuitiva o lado direito ou esquerdo dependendo da sua lateralidade dominante, mas o topo também pode ser a solução. Se a nossa pintura inclui o Sol ou a Lua ou outra fonte de luz, o lado luminoso resulta naturalmente dessa localização.

Seja qual for a orientação, uma vez decidida, sabemos que todo o objeto que acrescentarmos à nossa pintura deverá respeitar essa direccionalidade. 

Posto isto, mãos à obra, passo-a-passo, dois exemplos muito úteis: árvores e montanhas!

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